Ética e comunicação
Comunicação compatível com o conselho da sua área
Saúde tem regras. Cada conselho profissional tem diretrizes específicas sobre o que pode e o que não pode na comunicação digital — e ignorá-las expõe o profissional a processos éticos.
Na medicina, a Resolução CFM 1.974/2011 proíbe promessas de resultado, divulgação de especialidade não reconhecida pelo CFM e comparações com outros profissionais. A comunicação deve destacar formação, especialidade e informação útil ao paciente, sem sensacionalismo. Se você é médico, veja a estratégia específica na página de SEO para médicos.
Na odontologia, o Código de Ética do CFO restringe o uso de imagens de antes-e-depois, proíbe menção a preços em publicidade e limita o uso do termo "especialista" a quem tem o título reconhecido pelo conselho. Detalho essas regras na página de SEO para dentistas.
Em estética, a regulação é fragmentada: a ANVISA controla equipamentos e produtos, o CFM regula procedimentos médicos invasivos e a Lei 13.643/2018 delimita o campo de atuação dos esteticistas não médicos. Veja a análise completa na página de SEO para clínicas de estética.
Outros conselhos com diretrizes relevantes: CFP (Psicologia), COFFITO (Fisioterapia), CFN (Nutrição) e COREN (Enfermagem). Em todos os casos, a lógica é a mesma: mostrar autoridade técnica, informar o paciente e facilitar o contato — sem linguagem que gere expectativa indevida ou prometa resultado.
Sou bacharel em Direito. Isso não é detalhe decorativo: é o que me permite ler as resoluções de cada conselho, entender o que elas restringem e construir estratégias que funcionam dentro dessas limitações.